Produtor · produto local · marca de alimentos

Contar um bom produto é mais difícil do que fazer um

Azeite, mel, castanhas, especiarias, chá. O produto é realmente bom, mas na internet ele fica ao lado do concorrente barato na mesma prateleira. Esta página conta como tornar a diferença visível.

Contar um bom produto é mais difícil do que fazer um

Onde este setor trava

01

A diferença de qualidade não aparece na tela

O azeite de colheita precoce e prensado a frio e a mistura da prateleira do supermercado ficam iguais na foto. A diferença é mensurável, mas no site não há medida nenhuma, só uma afirmação — então o cliente olha o preço.

02

Frescor e estação não são explicados

Em alimentos, "quando foi colhido" e "quão fresco está" ficam no centro da decisão de compra. A maioria dos sites nem sequer informa a data da colheita; e quando informa, ninguém explica o que aquilo significa.

03

A condição de armazenamento é tratada como simples linha de aviso

"Conservar em local fresco e seco" não convence ninguém. No entanto, o quanto a temperatura encurta a validade pode ser calculado e mostrado — e isso protege o produto e reduz as devoluções.

04

O risco de frete e de estação não é administrado

No verão o chocolate derrete, no inverno o mel cristaliza, o vidro quebra. Se isso não está escrito no site, volta como reclamação.

O que eu construo

E se você não conhece o meu setor?

O produto quem faz é você — eu sei fazer com que um bom produto também pareça bom na internet. Enfrentei exatamente isso no meu próprio negócio: tinta boa e tinta barata ficavam iguais na tela. A solução não era mudar o produto, era mostrar a diferença de forma mensurável.

Duas coisas que você pode olhar

O problema de contar na internet o produto de uma marca que fabrica — vivi exatamente isso e resolvi.

As perguntas mais frequentes neste setor

Nosso produto é sazonal, metade do ano não tem estoque. Para que serve um site?

A entressafra é, na verdade, o período mais valioso: são os meses em que a lista cresce. A página do produto continua no ar, diz "esgotado nesta safra, colheita em setembro" e oferece deixar um e-mail. Quando a safra abre, você começa com uma lista de compradores pronta — muito mais barato do que procurar clientes com anúncios.

Dizem que em alimentos a recompra importa — como se monta isso?

De duas maneiras: assinatura (envio automático em intervalos definidos) e lembrete programado (um e-mail perto da hora em que o produto acaba). Os dois funcionam sozinhos depois de montados e, em alimentos, estão entre as medidas de maior retorno.

Como administramos o risco de estragar no transporte?

Escrevendo. Como é embalado, como é enviado em cada estação, o que acontece se der problema — tudo isso precisa estar claro no site. Deixar vago não elimina o risco, apenas o devolve a você em forma de reclamação.

Mostre-me a sua marca e eu digo o que dá para fazer

Por isto não cobro. Se eu achar que não combinamos, também digo isso com clareza — aceito poucas marcas por ano, não todas.

Vamos falar da sua marca